20 de nov. de 2009

Álbum mais esperado do ano de 2010

My Chemical Romance está na capa da revista "Alternative Press" como álbum mais esperado de 2010, confira a postagem e as fotos:

Para seu quarto álbum, o MCRmy poderia ter feito um disco pra ter credibilidade e mostrar o quanto são “punk”, ou um disco chato, ou seguro que deixaria Nickelback com inveja. Ao contrário, a banda decidiu chutar o rabo de todo mundo, incluindo deles mesmos...



 

 

 

 

 

Créditos: MCRbrasil: http://www.mcrbrasil.com

14 de nov. de 2009

Farça revelada!!

Descobrimos que a Beyoncé, copiou a dança "Single Ladies" dessa garota, É Incrível!! Vejam:

Mais risos para vocês...

04 estudantes de Direito disputavam uma vaga de estagiário:


A proposta é responder a uma única pergunta, que dependendo da resposta pode

desclassificar o candidato. As entrevistas:

Diretor: Qual é a coisa mais rápida do mundo?

Candidato da USP : Ora, é um pensamento.

Diretor: Porquê?

Candidato da USP : Porque um pensamento ocorre quase instantaneamente.

Diretor: Muito bem, excelente resposta...

Diretor: Qual é a coisa mais rápida do mundo?

Candidato da PUC: Um piscar de olhos.

Diretor: Por quê?

Candidato da PUC: Porque é tão rápido que às vezes nem vemos.

Diretor: Ótimo.

Diretor: Qual é a coisa mais rápida do mundo?

Candidato da FMU: A eletricidade.

Diretor: Por quê?

Candidato da FMU: Veja, ao ligarmos um interruptor, acendemos uma lâmpada a

5 km de distância instantaneamente.

Diretor: Excelente.

Diretor: Qual é a coisa mais rápida do mundo?

Candidato da UNIP: Uma diarréia...

Diretor: Como assim? Está brincando? Explique isso...

Candidato da UNIP: Isso mesmo. Ontem à noite eu tive uma diarréia tão forte, que

antes que eu pudesse pensar, piscar os olhos ou acender a luz, já tinha me

cagado todo...

Diretor: O emprego é seu...

13 de nov. de 2009

Novidades sobre o novo disco do My Chemical Romance

Na útlima edição da revista Rolling Stone, há uma matéria sobre o novo álbum do My Chemical Romance, veja a scan e tradução:





Intesificado e com o essencial: a volta do My Chemical Romance.

No inicio da gravação do quarto álbum do My Chemical Romance, a banda deu ao mixador Rich Costey um preview. “Tudo que ele ouvi foi apenas barulho e cuspidas,” lembra o vocalista Gerard Way.




Costey, então perguntou, “Que músicas são essas?”



“São músicas de protesto,” Way disse a ele. “É o som de ‘não’” Apenas mais tarde Way percebeu sobre o que ele estava protestando: “Eu estava protestando contra nós.”



Após uma exaustiva turnê do álbum de 2006, The Black Parada, o MCR está cheio e desgastado. “Eu achei que a banda fosse se separar,” diz o guitarrista Frank Iero. “Eu estava esperando uma ligação do Gerard dizendo, ‘Não podemos mais fazer isso.’” Ao invés disso eles pararam por um ano e mudaram a atitude. Em fevereiro passado, eles foram para o antigo A&M Studio em L.A. com o produtor do Pearl Jam, Brendan O’Brien.



“O plano era fazer isso rápido e não pensar de mais” diz o baterista Bob Bryar. Eles esperavam ter terminado em abril, mas o disco acabou levando o ano todo. O Objetivo, diz Way, era remover a parte teatral do The Black Parade — que teve muita pompa Floyd-iana e uma participação de Liza Minnelli — e “Aproveitar tudo que há de bom nessa banda em canções mais curtas. Quase protopunk, como os Stooges ou MC5.”





A música que os colocou na direção certa foi “Trans Am”. Começa com “I got a bulletproff heart” (”eu tenho um coração a prova de balas”) and então passa por quatro munutos de rock inflamável.



Com essa nova direção — fervorosa mas melódica — o MCR deixou de lado seu material mais barulhento e escreveu uma nova série de músicas: a rápida-e-suja “Still Alive,” o hino “The Only Hope for Me Is You” e a fácil de memorizar “Death Before Disco” (com o refrão “Everybody pay attention to me” (”todos prestem atenção em mim”). “Nós simplesmente abraçamos o rock ‘n’ roll e de onde viemos,” diz Way. “Nós aprendemos como ser uma banda rock americana e não uma banda de rock britânica.”



Em uma tarde de outubro em L.A., o MCR está dando os retoques finais ao álbum. Há apenas mais um mês ou dois de trabalho a ser feito: mixagem, sobreposição e a continuidade. Hoje, Way está trabalhando na fundamental, “Trans Am” — que ele acha que seria melhorado por “1.2 segundos de Queen.”



Então ele prepara suas cordas vocais, coloca os fones de ouvido, e pergunta “Posso ter um pouco de efeito? Sim, é um suporte.” então ele canta, “These pigs are after me, after you” (”esses porcos estão atrás de mim, atrás de você”) uma duzia de vezes, criando uma harmonia no estilo “Bohemian Rhapsody”. Sua performance é estilizada quase como um alpícola. Com um sorriso, ele anuncia, “Quando eu começo a parecer uma garota adolescente, é a melhor coisa.”



Way está de bom humor, não apenas porque o álbum está quase terminadado. Em 2007, ele se casou com Lyn-Z (baixista da banda Mindless Self Indulgence); em maio, eles tiveram uma filha, Bandit. Way pegou duas semanas de folga e quando ele voltou a trabalhar “como um zumbi, cabelo comprido e com barba.” Mas ser pai lhe deu uma nova perspectiva nas letras das músicas, que eram focadas em desespero e morte. “Eu não estava escrevendo um álbum sobre me tornar um pai, eu não estava escrevendo um álbum pra minha filha, mas eu estava escrevendo um álbum para a pessoa que ele iria se tornar quando tivesse 15 anos, caso algo acontecesse comigo.”









Crédito: tothetune

11 de out. de 2009

Andando no Hotel Luxor





Chegamos lá e fomos logo para a cozinha, ela parecia normal, uma cozinha velha... Mas apareceu uma coisa para a gente, uma senhora, olhos fixos na gente, era um espírito provavelmente... Nós ouvimos nos próximos instantes as panelas fazendo barulho e a presença daquela senhora vindo para cima de nós... Corremos...

Fomos parar na lavanderia, apesar dos senhores alegarem que ela não funcionava há muito tempo, tínhamos certeza de que todas as máquinas velhas estavam funcionando. Foi nesse momento que vimos mais presenças, uma era um homem sentado no chão com o espanador mandando a gente sair e varrendo inutilmente nossos pés, obedecemos ele indo em direção á saída, outra saiu de dentro da máquina de lavar que estava no meio das outras ordenando a mesma coisa... Quando chegamos na porta, entretanto, outra presença não deixou que saíssemos por ali. Vimos então uma outra porta que levaria para um cômodo, que era usado como banheiro pelos antigos empregados do hotel abandonado. Talvez foi aí que vimos á coisa mais macabra, era um banheiro normal, á não ser pelas marcas de sangue na banheira, marcas antigas de sangue já seco.

O ambiente ali era pesado, sentíamos uma força maligna forte ali. Vimos também marcas de sangue seco na pia do lugar. Olhamos no espelho, e aconteceu uma coisa muito estranha: ouvimos o chuveiro, voltamos nossa atenção para a banheira. Existia uma espécia de cabide, mas ao invés de roupas estavam dependuradas cabeças, todas de mulheres lindas, exceto pelo fato delas estarem mortas.


Tentamos chegar mais perto, mas fomos impedidos por um espírito de uma garota com uma faca na mão; ela ameaçava vir para cima da gente, mas em momentos ela arranhava a faca fazendo círculos na parede ao lado dela. Saímos pela porta, assustados, e fomos parar em um corredor, onde os papéis de parede estavam bem gastos e rasgados em algumas partes.

Aquele corredor levava para os quartos do Térreo, tinha muitas portas de madeira velha... Apareceu um segurança com uma lanterna, ele parecia normal, mas não pela sua aparência de morto-vivo, ele nos perguntou "O que fazem ainda aqui??", tentamos procurar argumentos para explicarmos, aquele facho de luz da lanterna ofuscava nossas vistas, mas antes de falarmos algo, ele falou "O elevador está quebrado!" e desapareceu, vimos-nos encurralados, não poderíamos voltar para o banheiro, aquilo seria como antecipar nossa ida para o inferno...

 
 


Fomos para o elevador, um cara de vermelho e ranzinza abriu a porta para nós, entramos. O elevador começou a chacoalhar muito, achamos que íamos cair, o teto do elevador abriu e saiu uma criatura para atacar a gente, aquilo fez muito barulho, quem estava perto do lugar onde a coisa apareceu, provavelmente ficou com surdez temporária, exatamente nesse momento a porta do elevador abriu novamente, não dava mais para o corredor, mas sim para a recepção do hotel, de onde nunca deveríamos ter saído... Uma faxineira nos deu um "Adeus", mas ela desapareceu assim como apareceu... A aparência boa do hotel, voltou a ser velha, o cheiro de mofo tomou conta do ar, as paredes bem pintadas se encheram de manchas e o balcão da recepção ficou cheio de pó e teias de aranha nesse momento... Além de que coisas novas que estavam ali, despareceram, e algumas apareceram quebradas ou velhas demais... Sim aquele hotel era abandonado, não sabíamos por quanto tempo, nem porque, mas pessoas morreram ali, e nunca descansariam em paz...

Não entraríamos lá de novo...

Ficou curioso?! Quer conhecer o Hotel Luxor?? Noites do Terror - A Noite Maldita, prorrogadas até 25/10, Playcenter...